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Nossas Ferrovias

Em 1964, tínhamos sete companhias de estradas de ferro. Eram elas: a Cia. Paulista, a Mogiana, a Sorocabana, a Bragantina, a Araraquara, a Campos do Jordão e a São Paulo-Minas. Todas vinham há tempos prestando no geral bons serviços. Talvez o trem mais famoso tenha sido uma composição noturna chamada de “Azulão da Paulista”.
Só naquele ano de 1964 foram compradas por elas 108 locomotivas. Na época, eram fabricados em nosso Estado por mês 10 novos vagões de passageiros. As oficinas da Araraquara, Sorocabana, Paulista e Mogiana construíam ou recuperavam 1200 vagões de carga.

IDÉIAS DE JERICO

Um dia, alguém achou de transferir para o Estado todas as nossas boas companhias ferroviárias, idéia recusada pela Assembléia Legislativa em 1962 e em 1966.
Porém, em 1967 o então governador permitiu que a Paulista absorvesse a Araraquara, a Mogiana e a São Paulo-Minas.
Aquilo gerou problemas trabalhistas que só foram sanados em 1971 pelo governo do Estado. A Cia. Paulista transformou-se em Fepasa e unificou todas as ferrovias do Estado.

PIOR A EMENDA…

Locomotiva a diesel do Trem Turístico São Paulo a Jundiaí.Mas, em 1998 veio a federalização e tudo foi incorporado à capenga e incompetente Rede Ferroviária Federal que, como não poderia deixar de ser, faliu e foi enterrada no ano seguinte.
Hoje ficamos vendo de longe e com inveja os trens ultramodernos que trafegam no primeiro mundo, somente nos restando o gostinho de uma boa recordação quando podemos usufruir de um ou outro Trem Turístico.
A nostálgica ‘Maria Fumaça’ ainda nos oferece passeios, como o de ‘Moita Bonita’ de Paraguaçu Paulista. Temos o agradável tipo litorina que nos leva para Campos do Jordão.
Os passeios com locomotivas a diesel têm pacotes incluídos, como é o caso de Campinas à Jaguariúna, ou os de São Paulo para Jundiaí, para Paranapiacaba ou Mogi das Cruzes. Outros virão em breve.

VOANDO EM PARAPENTE

A sensação de ter o mundo a seus pés num Parapente.Se você deseja voar em Parapente, a ‘Associação Brasileira de Parapente’ procura manter critérios rígidos na homologação dos seus instrutores e pilotos em geral.
Por tal razão, a ABP recomenda procurar sempre os Clubes, os Instrutores e Pilotos de Vôos duplos vinculados à ela se quiser aprender e praticar a modalidade com segurança (11) 3661-1478.
No Estado paulista temos 12 escolas: em Atibaia, Itapira, Praia Grande, Santos, São Vicente, São José dos Campos, Socorro e na Capital. São 10 escolas em Minas Gerais, 2 no Paraná, entre outros.
O parapente é provavelmente a forma mais pura que um ser humano pode utilizar para voar. É silencioso e prático: com um equipamento feito essencialmente de tecido e linhas.
O piloto voa por distâncias enormes. Onde ele pousar, basta dobrar o equipamento, colocar na mochila e sair andando. E é um espetáculo que sempre agrada aos olhos dos turistas.

RUBENS E NÉIA

Velejando em Rubinéia .Eles eram os donos de umas terras onde se ergueu uma boa cidade banhada pelo Rio Paraná. Todo o grande amor entre o casal, cantado em verso e prosa, uniu também os seus nomes. A fusão de Rubens com Néia (apelido da esposa Nair) gerou o nome da cidade: Rubinéia.
O represamento do Rio Paraná e a consequente formação do Lago de Ilha Solteira propiciou excelentes possibilidades turísticas para Rubinéia onde construíram, às margens do citado lago, dezenas de ranchos, vários clubes e colônias de férias.

PESQUE E SOLTE

Ademais, quem vai até Rubinéia, no extremo noroeste do Estado, a 634 km da capital, tem preferência em pescar o peixe, admirá-lo, fotografá-lo e devolvê-lo à água em perfeitas condições de sobrevivência.
É característica no Turismo de Pesca o peixe ser devolvido com vida à água, não importando o seu tamanho. Como ensina a cartilha, nada irá sobreviver sem que o meio ambiente esteja em condições adequadas para o desenvolvimento das várias espécies de peixes.
Faça turismo em Rubinéia e encante-se com o lugar.

(Texto de Jarbas Favoretto, MTb 32.511, 17/06/2015)